Volta, como uma suave poesia, a festa do Natal.
Nestes dias, como há séculos, fazem-se felicitações; e a paz, que os anjos anunciaram, volta a reinar – talvez por poucos instantes – até nos rostos de homens que nunca a conheceram.
Também eu quero desejar-vos algo que realmente vos agrade e que, sobretudo, seja desejado por Aquele que guia os nossos passos e conhece o que é bom para nós.
É isto que eu desejo: que a nossa vida seja um contínuo Natal, solenizado no segredo dos corações e na íntima fraternidade que haverá de se espalhar cada vez mais até alcançar, quando Deus quiser, os confins da Terra: “até que todos sejam um”.
Dezembro 1973, Chiara Lubich
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