
Foi fundado por Chiara Lubich em 1967.
Nele podem participar todas as famílias que queiram aderir a um estilo de vida baseado no amor evangélico.

A espiritualidade da unidade, característica do Movimento dos Focolares, vivida por famílias, deu origem a um estilo de vida que se revelaria um antídoto eficaz para a crise que atingiu a instituição familiar.

Os membros do Movimento Famílias Novas propõem levar para a vida da família a força da unidade, começando por renovar os relacionamentos entre si.

Deixa de ser um obstáculo a diferença entre gerações, porque cada um pode dar o seu contributo.
Entre estas famílias, tal como entre todos os membros do Movimento dos Focolares, actua-se a comunhão de bens, que permite ajudar as famílias mais pobres.

Trata-se de uma comunhão não só de bens materiais, mas também de disponibilidade de tempo e de talentos.
A família abre-se às necessidades do próximo: ao acolhimento, à hospitalidade, às adopções e à tutoria de menores.
Muitos casais à beira da separação e do divórcio, em contacto com Famílias Novas, encontram a força para um diálogo autêntico e conseguem reconstruir a sua união.
Existem famílias que se dispõem a deixar tudo – segundo o convite de Jesus “Quem não deixa pai, mãe… campos, pátria… não pode ser meu discípulo” (…) – e se prontificam a ir para onde for necessário levar a espiritualidade do Movimento.
São as “famílias-focolar”. Ao todo são 850.
Destas, mais de 200 deixaram a própria terra de origem para irem para outros locais.
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